Mário Filho. Ator de teatro, cinema e TV (DRT 093/MS) formado pela Academia Nacional de Atores, do Rio de Janeiro. Este blog é destinado a aqueles que gostam de estudos teatrais e queiram compartilhar idéias e sugestões. Sinta-se a vontade para enviar seus comentários, todos serão lidos e caso necessário, respondidos no próprio blog.
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
ADEUS A ELIZABETH TAYLOR – A Diva das Ilusões
A grande Diva de Hollywood da adeus e nós órfãos suditos também nos despedimos das Cleopatras, Das Megeras Domadas, Martha (de Quem Matou Virginia Woolf?), a menina de Lassie e muitas outras personalidades que nos encantara. Agora teremos que recorrer as locadoras para poder revê-la e matar a saudade.
Liz Taylor que Deus ilumine seu caminho a você uma das maiores divas que o cinema Hollywoodiano ja teve e que dá Adeus as Ilusões!
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Mercado brasileiro alcança as 2.500 salas de cinema
Sindicato atribui avanço a chegada de concorrente mexicano que investiu em áreas até então desprezadas
ANA PAULA SOUSA
DE SÃO PAULO
Os números do mercado cinematográfico, em 2010, prometem render mil e uma comemorações e mais uma porção de análises.
Do recorde nos ingressos vendidos aos bons resultados do cinema brasileiro, que teve três filmes com mais de 3 milhões de espectadores, são muitas as novidades abrigadas nos relatórios que começam a vir à tona.
Uma delas diz respeito à ampliação do chamado parque exibidor que, reduzido a quase nada no início dos anos 1990, tornou-se uma barreira ao avanço do setor cinematográfico.
Em 1997, para se ter uma ideia, havia pouco mais de mil telas no Brasil. Em 1975, eram 3,5 mil. Se ainda não recuperamos o tamanho de então, tampouco continuamos a ser o país dos sem-tela.
O Sindicato das Empresas Distribuidoras Cinematográficas do Município do Rio de Janeiro estima que 2010 chegue ao fim com aproximadamente 2,5 mil salas, o que significa um crescimento de 6,3% em relação a 2009.
Para Jorge Peregrino, presidente do Sindicato, quem deu esse empurrão ao mercado foi o grupo mexicano Cinépolis, um dos maiores do mundo, que, enfim, decidiu investir no Brasil.
"O crescimento tem a ver com o que a gente chama de concorrência saudável", diz Peregrino. "Os outros exibidores se viram obrigados a olhar pra lugares para os quais não olhavam antes." Inclui-se, no novo radar dos projetores, o circuito voltado à classe C emergente.
A despeito das boas novas, a média de telas por habitante no Brasil continua sendo uma das menores da América Latina. Enquanto o México tem uma tela para cada 25 mil habitantes, no Brasil esse índice é de 80 mil.
"Para alcançarmos o México, teríamos que ter 5 mil cinemas", calcula Peregrino, lembrando que, hoje, somos 200 milhões de brasileiros e não mais os "90 milhões em ação" da década de 1970.
ÓCULOS LUCRATIVOS
Tanto quanto o ano do filme brasileiro -"Tropa de Elite 2" à frente-, 2010 entrará para a história como o ano em que o 3D se consolidou e mostrou seu poder de fogo financeiro.
O Brasil chegou a 200 salas com equipamento digital, contra 96 em 2009. As sessões assistidas com os óculos quadrados tiveram peso considerável no aumento da renda que, de acordo com o Sindicato, somará R$ 1,27 bilhão e representará um aumento de 32% em relação a 2009.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Revista "FILME CULTURA" volta a ser editada

A publicação será trimestral e poderá ser adquirida em livrarias de referência. A lista de pontos de venda será constantemente atualizada no website. A revista também será distribuída gratuitamente a bibliotecas e instituições culturais de todo o país. A coleção histórica em fac-símile também estará à venda a partir de julho. A versão em microfilmes pode ser consultada na sessão de periódicos da Biblioteca Nacional."
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O INÍCIO
Fui criado basicamente em Campo Grande, mas já morei em Minas Gerais (Pouso Alegre e Contagem) onde acabei me casando, e também morei no Rio de Janeiro (onde me separei... rsss...).
Tenho um casal de filhos, a Giulia, que nasceu em 15 de Março de 1992, e o Henrique, nascido em 19 de Outubro de 2001.
Fiz curso de interpretação pela Academia Nacional de Atores (Rio de Janeiro) e já atuei em peças de teatro, fiz participações em filmes e atuei em vários comerciais.
Quanto aos detalhes do restante da história, bem, vamos deixar isso prá quando a gente escrever uma biografia, né???
Abraços!